Sinto saudades de você. Quando você está longe, parece que algo fica incompleto. Tudo fica mais calmo e silencioso. Consigo até respirar normalmente. Isso até seria bom se sua presença já não me tivesse transformado em um eterno apaixonado, dependente de teus atos, eufórico através deles.
Entre nossas brigas, desavenças, desacordos, cabem poucas certezas. A verdade: não vivemos um sem o outro. Entre nossos méritos, grandes feitos, tudo o que juntos conquistamos, cabem poucas certezas. Mas acredite: nós nos amamos.
Entre a razão e a loucura, existe o que pouco dura. Mas mudemos de assunto. Isso não cabe a mim, nem a você. Quando você está aqui, o nosso tempo é precioso. São 90 minutos de um jogo. Um jogo que juntos não iremos perder.
Sobre tuas três cores, mora o maior dos amores, os maiores temores e a mais antiga fé. A minha e a sua, duas fés que se completam. Duas fés que se fazem uma. E se lhe chamam de imortal, Tricolor de tantas glórias, eu me orgulho de ter ajudado a escrever essa linda história.
Ô, Grêmio... sinto saudades de você. Quando você está longe, parece que algo fica incompleto. Mas vai, viaja e traga para casa o mesmo orgulho que tinha quando saiu. Eu estarei à sua espera. Como sempre estive. Como sempre estarei. Talvez, mais tarde, lá do Japão, eu lhe veja chegando. Troféu em mãos, orgulho no rosto. Pode ir. Eu deixo. Você já esteve lá, prometeu que ia voltar e voltou. Monumental, eterno e imortal.
Aos que olham de fora essa relação de amor, parecemos chatos, repetitivos e cheios de nós mesmos. Mas o amor é assim, e só quem ama entende. Talvez, muitos até falem desse texto, mas tudo bem, eu não me importo. Esse é um diálogo entre eu e você. E o que quero dizer é que pode ir. Vou estar com saudades, mas vou estar com você.
E quando voltar, eu estarei aqui. Eu estarei à sua espera. Como sempre estive. Como sempre estarei.
Entre nossas brigas, desavenças, desacordos, cabem poucas certezas. A verdade: não vivemos um sem o outro. Entre nossos méritos, grandes feitos, tudo o que juntos conquistamos, cabem poucas certezas. Mas acredite: nós nos amamos.
Entre a razão e a loucura, existe o que pouco dura. Mas mudemos de assunto. Isso não cabe a mim, nem a você. Quando você está aqui, o nosso tempo é precioso. São 90 minutos de um jogo. Um jogo que juntos não iremos perder.
Sobre tuas três cores, mora o maior dos amores, os maiores temores e a mais antiga fé. A minha e a sua, duas fés que se completam. Duas fés que se fazem uma. E se lhe chamam de imortal, Tricolor de tantas glórias, eu me orgulho de ter ajudado a escrever essa linda história.
Ô, Grêmio... sinto saudades de você. Quando você está longe, parece que algo fica incompleto. Mas vai, viaja e traga para casa o mesmo orgulho que tinha quando saiu. Eu estarei à sua espera. Como sempre estive. Como sempre estarei. Talvez, mais tarde, lá do Japão, eu lhe veja chegando. Troféu em mãos, orgulho no rosto. Pode ir. Eu deixo. Você já esteve lá, prometeu que ia voltar e voltou. Monumental, eterno e imortal.
Aos que olham de fora essa relação de amor, parecemos chatos, repetitivos e cheios de nós mesmos. Mas o amor é assim, e só quem ama entende. Talvez, muitos até falem desse texto, mas tudo bem, eu não me importo. Esse é um diálogo entre eu e você. E o que quero dizer é que pode ir. Vou estar com saudades, mas vou estar com você.
E quando voltar, eu estarei aqui. Eu estarei à sua espera. Como sempre estive. Como sempre estarei.
Por Felipe Sandrin